Disciplinas Obrigatórias

1. Fundamentos metodológicos do conhecimento científico – 3 créditos

Profa. Dra. Maria Laura Barbosa Franco

Ementa: Situa a emergência do pensamento científico. Discute a relação do conhecimento reliogioso e do conhecimento científico; a idéia de progresso associado ao conhecimento científico; os usos políticos da ciência; o cotidiano da produção de conhecimento e as propostas voltadas a fortalecer a capacidade de questionar e inventar novas formas de produção de conhecimento.

Bibliografia:

Básica:

Andery, M. A. P. A. et al. Para compreender a Ciência: uma perspectiva histórica. Rio de Janeiro: Garamond; São Paulo: EDUC, 2003.

Bastos Filho, Jenner Barretto. Os problemas epistemológicos da realidade, da compreensibilidade e da causalidade na teoria quântica. Rev. Bras. Ens. Fis. 2003, vol.25, n.2, pp. 125-147.

Barreto, T. V. Positivismo versus Teoria Crítica em torno do debate entre Karl Popper e Theodor Adorno acerca do método das ciências sociais. Mal-estar e Subjetividade, v. V, n.1, pp. 361-381, Fortaleza, 2005.

Domingues, Ivan. Epistemologia das Ciências Humanas. Tomo 1: Positivismo e Hermenêutica. São Paulo: Loyola, 2004. 671 p.

Complementar

Ghedin, E. Hermenêutica e pesquisa em educação: caminhos da investigação interpretativa. In: Seminário internacional de pesquisa e estudos qualitativos, 2., 2004, Bauru. Anais. Bauru: Universidade do Sagrado Coração de Jesus e Sociedade de Estudos e Pesquisa Qualitativa, 2004.

Gomes, A. A filosofia não-subjetivista de Hume: uma crítica à leitura kantiana do empirismo. 2002.Tese (Doutorado)-IFCS/UFRJ, Rio de Janeiro, 2002.

Gomes, Amandio. Uma ciência do psiquismo é possível? A psicologia empírica de Kant e a possibilidade de uma ciência do psiquismo. Rev. Dep. Psicol.,UFF, 2005, vol.17, n.1, pp. 103-111.

Lennox, J. G.: História e filosofia da ciência: uma abordagem filogenética. História, Ciências, Saúde — Manguinhos, vol. VIII(3): 655-69, set.-dez. 2001

Melo, Ana Carolina Staub de and PEDUZZI, Luiz. O. Q.. Contribuições da epistemologia bachelardiana no estudo da história da Óptica. Ciênc. educ. (Bauru). 2007, vol.13, n.1, pp. 99-126 .

Vallverdu, Jordi. Apuntes epistemológicos a la e-ciencia. Rev. filos. 2008, vol. 64, pp. 193-214.

 

2. Análise de dados na pesquisa em psicologia - 3 créditos

Profa. Dra. Maria Laura Barbosa Franco

Ementa: Discute a construção do projeto de pesquisa levando em conta os pressupostos teóricos e metodológicos que o embasam.Trabalha habilidades e competências necessárias a correta definição de um problema a ser investigado; a adequação a ser estabelecida entre o problema definido e os procedimentos de coleta de dados, a serem contemplados; e a indispensável consistência e o requerido aprofundamento, no que se refere á análise, contextualização e interpretação dos dados coletados.

Bibliografia:

Bauer, M. W., Gaskell, G., & Allum, N. C.. Qualidade, quantidade e interesses do conhecimento – Evitando. In M. W. Bauer & G. Gaskell (Eds.), Pesquisa qualitativa cm texto, imagem e som. Um manual prático (p. 17-36). Petrópolis: Vozes, 2003.

Bauer, M. W., & Aarts, A construção do corpus: um princípio para a coleta de dados qualitativos. In M. W. Bauer & G., Gaskell (Eds.), Pesquisa qualitativa cm texto, imagem e som. Um manual prático (p. 39-63). Petrópolis: Vozes, 2003.

Brasil. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Ética e Pesquisa (CONEP). Sistema Nacional de Informação sobre Ética em Pesquisa Envolvendo Seres Humanos (SISNEP). Manual de operação – Módulo do pesquisador. Brasília, 2006.

Brasil. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. RESOLUÇÃO Nº 196, de 10 de outubro de 1996. Brasília, 1996.

Franco, M.L.P.B. (2005) Análise de Conteúdo. Brasília: Líber Livro.

Turato, E. R.. Os determinantes subjetivos e objetivos na escolha do tema-problema para pesquisa. In E. R. Turato, Tratado de metodologia da pesquisa clínico-qualitativa (p. 119-135). Petrópolis: Vozes, 2003.

Turato, E. R. (2003). A definição dos objetivos e o estabelecimento de uma hierarquia em seu interior. In E. R. Turato, Tratado de metodologia da pesquisa clínico-qualitativa (p. 143-148). Petrópolis: Vozes, 2003.

 

3. Seminários de orientação de dissertação – 6 créditos

Professores orientadores

Ementa: Seminários conduzidos pelo professor orientador com o seu grupo de alunos para a discussão de temas pertinentes às pesquisas em curso e a orientação individual do aluno. Ao final do semestre prevê a Apresentação e discussão dos projetos de pesquisa (dissertação) em andamento. Exige a entrega antecipada do trabalho escrito pelo aluno a um professor leitor (avaliador) diferente de seu orientador (do próprio programa ou de outros). Exige-se também a presença no seminário de avaliadores externos.

Bibliografia: Não se aplica. A bibliografia é definida pelas temáticas abordadas pelo grupo de orientandos, com ênfase em periódicos científicos.

4. Projeto de pesquisa– 3 créditos

Professores orientadores
Ementa: A disciplina prevê a participação dos alunos nos projetos de pesquisa desenvolvidos pelo seu orientador. A avaliação final corresponderá á submissão de artigo em periódico qualificado.Bibliografia: Não se aplica. A bibliografia é definida pelas temáticas pesquisadas, com ênfase em periódicos científicos.

5. Fundamentos epistemológicos das teorias de aprendizagem – 3 créditos

Profa. Dra. Marisa Irene Siqueira CastanhoDiscute a evolução da psicologia enquanto ciência e suas correntes teóricas. Apresenta as principais teorias de aprendizagem e suas matrizes abordando visão de mundo e do homem em situação de aprendizagem. Analisa as implicações das diferentes teorias de aprendizagem quando aplicadas no contexto da prática e da pesquisa na área educacional. BibliografiaANDERY, M. A. P. A. et al. (2003). Para compreender a Ciência: uma perspectiva histórica. Rio de Janeiro: Garamond; São Paulo: EDUC.Domingues, Ivan. Epistemologia das Ciências Humanas. Tomo 1: Positivismo e Hermenêutica. São Paulo: Loyola, 2004..Gomes, A. A filosofia não-subjetivista de Hume: uma crítica à leitura kantiana do empirismo. 2002.Tese (Doutorado)-IFCS/UFRJ, Rio de Janeiro, 2002.Gomes, Amandio. Uma ciência do psiquismo é possível? A psicologia empírica de Kant e a possibilidade de uma ciência do psiquismo. Rev. Dep. Psicol.,UFF, 2005, vol.17, n.1, pp. 103-111.ComplementarHeidegger, M. Que quieres decir pensar? In: Conferencias y Artículos. Barcelona, Odós, 1994.Safra, G. Hermenêutica na situação clínica: o desvelar da singularidade pelo idioma pessoal. São Paulo, Ed. Sobornost, 2006.

 

Disciplinas Eletivas 

6. Fundamentos históricos da Psicopedagogia – 3 créditos.

Profa. Dra. Márcia Siqueira de Andrade

Ementa: Apresenta os princípios históricos da psicopedagogia na Europa, Argentina e Brasil, contextualizando-os no contexto histórico, político e social.

Bibliografia:

Básica

BOSSA, Nadia A.(2007). A Psicopedagogia no Brasil: contribuições a partir da prática. 3ª Edição, Porto Alegre: Artmed.

COUTINHO, Karine Dias. (2008). A emergência da Psicopedagogia no Brasil. Tese não-publicada. Doutorado em Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, RS.

NAPOLITANO, Patrícia Helena; BITTENCOURT, Sirlei T. (2005). Processo de implantação de grupo de acompanhamento psicopedagógico em curso de medicina, Revista médica do Paraná; 63(2): 15-17.

DELL’ AGLI, Betânia Alves Veiga; BRENELLI, Rosely Palermo(2007). O jogo descubra o animal: um recurso no diagnóstico psicopedagógico. Psicologia em estudo. 12(3), 563-572.

ELIAS, Luciana Carla dos Santos; MARTURANO, Edna Maria. (2005). Oficinas de linguagem: proposta de atendimento psicopedagógico para crianças com queixas escolares. Estudos de psicologia (Natal), 10(1), 53-61.

RAMÍREZ PALACIO, Carlota; RAMÍREZ NIETO, Luz Ángela; HENAO López, Gloria Cecilia. (2006). Qué es la intervención psicopedagógica: definición, principios y componentes. El ágora USB, 6(2), 215-226.

Complementar

SASS, Odair. (2003). Problemas da educação: o caso da psicopedagogia. Educação e Sociedade.24(85), 1363-1373.

JUCÁ, Margareth R. B. L. (2000). Síndrome de Caim: Psicologia Escolar, Psicopedagogia e o "fracasso escolar" como mercado de trabalho. Estudos de psicologia. (Natal), 5(1), 253-260.

PAULI, Sueli Cristina & Rossetti-Ferreira, Maria Clotilde (2009).Construção das dificuldades de aprendizagem em crianças adotadas. Cadernos de Pesquisa, 39(138), 881-895.

MASINI, Elcie F. Salzano.(2006). Formação profissional em Psicopedagogia: embates e desafios. Revista de psicopedagia. 23(72), .248-259.

SCOZ, Beatriz Judith Lima & Lucchini, Deborah Regina Motta R. (2010). Alunos com dificuldades na escrita: produção de sentidos subjetivos na oficina de palavras. Revista de psicopedagia .27(82), .68-77.

 

7. A função terapêutica da literatura– 3 créditos

Profa: Dra. Leda Maria Codeço Barone

Ementa: A presente disciplina - a partir do contato com textos literários e apoiada em contribuições da crítica literária e da psicanálise – vai tratar de diferentes funções da literatura e seu valor para a construção e reconstrução do sujeito leitor.

Bibliografia: Barone, L. M. C. (2004). Brincar e narrar: possibilidades de organização da experiência. Rev. Psicopedagogia. 21(66): 239-244.

Barone, L. M. C.(2007). Literatura e construção da identidade. Rev. Psicopedagogia. 24(74): 110-116.

Barone, L. M. C. (2007). Apontamentos para a construção do sujeito leitor. (pepsic. bvs-psi.org. br/scielo,php) Construção Psicopedagógica. Vol. 15, série 12, p. 27-37.

Benjamin, W. (2002). Narrativa e cura. Jornal de Psicanálise, São Paulo: 35(64/65): 115-116.

Cabrejo-Parra, E. (2003). La lecture avant les textes écrits. A.C.C.E.S. les Cahiers. No. 5: 181-186.

Candido, A. (2004). O direito à literatura. Em: Antonio Candido, Vários escritos. São Paulo: Duas Cidades/Ouro sobre azul. 169-191. (Trabalho publicado originalmente em 1988).

Culler, J. (2000). Literary theory. A very short introduction. Oxford University Press.

Diatkine, R. (2003). Lectures et développement psychique. A.C.C.E.S. les Cahiers. No.4: 125-132.

ECO, U. (2003). Sobre algumas funções da literatura. Em: Umberto Eco, sobre a literatura. Rio de Janeiro: Record. Pp. 9-21.

Felman, S. (2000). Educação e crise ou as vicissitudes do ensinar. Em: Arthur Nestrovski e Márcio Seligmann-Silva (organizadores) Catástrofe e representação. São Paulo: Escuta. Pp. 13-71.

Gagnebin, J. M. (2000). Palavras para Hurbinek. Em: Arthur Nestrovski e Márcio Seligmann-Silva (organizadores) Catástrofe e representação. São Paulo: Escuta. Pp. 99-110.

Meneses, A. B. (2004). Sonho e poesia. Jornal de Psicanálise, São Paulo: 37(68): 123-130.

Meneses, A. B. (2005). A literatura e a organização da experiência. Em: Leda Maria Codeço Barone et alt. A psicanálise e a clínica extensa. São Paulo: Casa do Psicólogo. Pp.121-136.

Petiti, M. (2006). A leitura em espaço em crise. Rev. Bras. Psicanálise. 40(3): 149-167.

Petit, M. (2006). Lecturas: del espacio íntimo al espacio público. Mexico: Fondo de Cultura Económica.

Petit, M. (2008). Os jovens e a leitura. São Paulo: Editora 34.

 

8. Subjetividade, ensino e aprendizagem – 3 créditos

Profa. Dra. Beatriz Judith Lima Scoz

Ementa: A questão da subjetividade em diferentes correntes do pensamento psicológico. Princípios epistemológicos que orientam as concepções de subjetividade na atualidade. A utilização de métodos, técnicas e instrumentos de pesquisa que possibilitam investigações sobre a construção da subjetividade nos processos de aprender e de ensinar.Bibliografia: Gatti, B. A. (2003). Formação continuada de professores: a questão psicossocial. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n. 119, p. 191-204,

González Rey, F. L. ( 2003). Sujeito e subjetividade: uma aproximação histórico-cultural. São Paulo: Pioneira Thomson.

González Rey, F. L ( 2007). Psicoterapia, subjetividade e pós- modernidade: uma aproximação histórico-cultural. São Paulo. Thompson

González Rey, F. L.; Mitjans A M; Tacca, M. C. V. R. ( 2006). Aprendizagem e trabalho pedagógico. Campinas: Alínea.

Iasi, M. L. Aula de Vôo. PUC VIVA . São Paulo, s/n, p. 46, s/d

Menezes, L. C. ( 2004) de. Carta aos leitores e autores. In SCOZ, B. J

( org) . ( Por) uma educação com alma. 2a ed. Petrópolis: Vozes, p 7-9

Mitjáns, A. M. (2005) A teoria da subjetividade de González Rey: uma expressão do paradigma da complexidade na psicologia. In GONZÁLEZ REY F. L ( org). Subjetividade e Complexidade e Pesquisa em Psicologia. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. São Paulo p, 1-25

Morin, E. ( 2008). Introdução ao pensamento complexo. Porto Alegre:Artes Médicas

Placco, V. M. N. S. (2004) 3Aed. Relações interpessoais na sala de aula e desenvolvimento pessoal de aluno e professor. In ALMEIDA, L R, PLACCO, V M N S (orgs) As relações interpessoais na formação de professores. São Paulo: Loyola, p. 7-14

Scoz, B . ( org) ( 2004). ( Por) uma educação com alma. 2a. . Petrópolis: Vozes,

Scoz B. J. L. ( 2004). Identidade e Subjetividade de professoras/es: sentidos do aprender e do ensinar. Tese de doutorado. PUC/SP

Scoz, B. J. L. ( 2009). A produção de sentidos nos processos de aprender e de ensinar. In Mitjans A.M., Tacca, M.C.V.R. Possibilidades e Perspectivas em diferentes níveis e modalidades de aprendizagem e ensino. Campinas: Alínea.

Tunes, E, Tacca, M. C. V. R. et al ( 2005) O professor e o ato de ensinar . Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 35, n. 126, p. 689-698, set/dez

 

9. Contextos familiares de risco e aprendizagem - 3 créditos

 

Ementa: Discute a função social da família, analisa o papel da aprendizagem nas diferentes situações de riscos sociais e familiares. Caracteriza o conceito de vulnerabiliade da família em vista da formulação das políticas sociais.

Bibliografia:

Básica

Cecconello, A. M. (2003). Resiliência e vulnerabilidade em famílias em situação de risco. Tese de doutorado não-publicada, Pós-Graduação em Psicologia do Desenvolvimento, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.

Gomes, Mônica Araújo; Pereira, Maria Lúcia Duarte. (2005) Família em situação de vulnerabilidade social: uma questão de políticas públicas. Ciência

saúde coletiva,10, 357-363.

Habigzang, L. F., Koller, S. H., Azevedo, G. A., & Xavier, P. M. (2005). Abuso sexual infantil e dinâmica familiar: aspectos observados em processos jurídicos. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 21 (3), 341-348.

Kaloustian, S. M. (Org.). Família brasileira, a base de tudo. São Paulo: Cortez. Brasília, DF: UNICEF, 2002.

Paludo, Simone dos Santos & Koller, Silvia Helena Toda criança tem família: criança em situação de rua também. Psicol. Soc., 2008, vol.20, no.1, p.42-52.

PettengilL, M. A. M. & Angelo, M. (2005) Vulnerabilidade da família: desenvolvimento do conceito. Revista Latino-Americana de Enfermagem.13,982- 988.

Complementar

Avoglia, Hilda Rosa Capelão. (2006). Avaliação psicológica: a perspectiva sócio-familiar nas estratégias complementares à prática clínica infantil.Tese de Doutorado não-publicada, Pós-graduação em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano, Universidade de São Paulo, S.P.

Berenstein, I. (2002). Problemas familiares contemporáneos o situaciones familiares actuales: Invariancia y Novedad. Revista Psicologia USP, 13(2), 15-25

Bauman, Z. (2004). Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Tradução de Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.

Gomes, I. C.; Paiva, M. L. S. C.; Castelan, D. F.(2005). A transmissão do negativo na constituição do vínculo conjugal: Um caso de violência doméstica. In: OuteiraL, J. e col. (Org.). Winnicott, Seminários Brasileiros, Rio de Janeiro: Revinter.

 

10. Processos de alfabetização e letramento – 3 créditos

Profa. Dra. Cleomar Azevedo

Ementa: Analisa os processos envolvidos na alfabetização e no letramento as praticas sociais de leitura,e as implicações da não aprendizagem deste processo. Discute a influência que a escrita exerce sobre as atividades do homem nas instituições e as relações entre escrita e produção de cultura na busca de igualdade de oportunidades. Apresenta resultados de pesquisas realizadas sobre propostas alternativas na ára da alfabetização e letramento.

Bibliografia:

Artes, Amélia Cristina Abreu. Indicador nacional de alfabetismo funcional-2001: explorando as diferenças entre mulheres e homens. Educ. Pesqui. 2007, vol.33, n.3, pp. 561-580 .

Cunha, Alda Maria Borges, Rodrigues, Maria Emilia de C. and Machado, Maria Margarida Alfabetização de jovens e adultos: política pública e movimento popular. Cad. CEDES, Abr 2007, vol.27, no.71, p.19-38.

Belintane, Claudemir. Leitura e alfabetização no Brasil: uma busca para além da polarização. Educ. Pesqui., Ago 2006, vol.32, no.2, p.261-277.

Ferraro, Alceu Ravanello. Analfabetismo e níveis de letramento no Brasil: o que dizem os censos?. , Educ. Soc. , 2002, vol.23, no.81. pp. 21-47.

Goulart, Cecília. Letramento e modos de ser letrado: discutindo a base teórico-metodológica de um estudo. Rev. Bras. Educ. 2006, vol.11, n.33, pp. 450-460 .

Laurito, Anna Rita Sartore. Escrita e angústia: investigação, sob perspectiva psicanalítica, do impedimento de escritura como fenômeno da ordem do sujeito do inconsciente. 2007, Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo, Educação.

Martins, Aracy Alves. Memórias de professores: eventos e práticas de literacia/letramento. Rev. Port. de Educação, 2005, vol.18, no.2, p.185-213.

Santos, Wildson Luiz Pereira dos. Educação científica na perspectiva de letramento como prática social: funções, princípios e desafios. Rev. Bras. Educ., Dez 2007, vol.12, no.36, p.474-492.

Senna, Luiz Antonio Gomes. O conceito de letramento e a teoria da gramática: uma vinculação necessária para o diálogo entre as ciências da linguagem e a educação. DELTA, 2007, vol.23, n.1, pp. 45-70.

 

11. Infância, adolescência e políticas públicas – 3 créditos

Prof. Dr. João Clemente de Souza Neto

Ementa. Trajetória teórica e histórica das políticas públicas em sua relação com o Estado e a sociedade civil. Concepções de Estado, ideologia e sociedade, população, movimentos populares, capitalismo e globalização. Sistemas de garantia dos direitos da criança e do adolescente, avaliação e processos de implantação de medidas de proteção e socioeducacionais. A contribuição da psicologia educacional na avaliação e formulação de políticas públicas e sociais.

Bibliografia:

Básica

Benetti, S.P.C. (2006). Conflito conjugal: impacto no desenvolvimento psicológico da criança e do adolescente. Psicol. Reflex. Crit. 19(2), 261-268 .

Gomes, M.A.& Pereira,M.L.D. (2005). Família em situação de vulnerabilidade social: uma questão de políticas públicas. Ciênc. saúde coletiva,10(2), 357-363.

Habigzang, L. F.; Azevedo, G. A.; Koller, S.H.& Machado, P.X. (2006). Fatores de risco e de proteção na rede de atendimento a crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. Psicol. Reflex. Crit. 19(3), 379-386.

Lopes, J.R.(2008). Processos sociais de exclusão e políticas públicas de enfrentamento da pobreza. Cad. CRH 21(53), 347-360

Yamamoto, O.H.(2007). Políticas sociais, "terceiro setor" e "compromisso social": perspectivas e limites do trabalho do psicólogo. Psicol. Soc. 19(1), 30-37.

Milani, Rute Grossi.(2006). Violência doméstica: recursos e adversidades de crianças e famílias pós ações do Conselho Tutelar. Tese não publicada, de Doutorado em Saúde Mental, Universidade de São Paulo/ Ribeirão Preto.

Complementar

Prada, C. G.; Williams, L. C. A. & Weber, L.N. D. (2007). Abrigos para crianças vítimas de violência doméstica: funcionamento relatado pelas crianças e pelos dirigentes. Psicol. teor. prat., 9(2),.14-25.

Siqueira, A. C. & Dell’aglio, D.D. (2006).O impacto da institucionalização na infância e na adolescência: uma revisão de literatura. Psicol. Soc..18(1), 71-80 .

Vectore, C. & Carvalho, C. (2008). Um olhar sobre o abrigamento: a importância dos vínculos em contexto de abrigo. Psicol. esc. educ., 12(2), 441-449.

 

12. Seminários Avançados em Psicologia Educacional – 3 créditos

Prof. Dr. José Maria Montiel

Ementa. Analisar características científicas da avaliação psicopedagógica. Desenvolvimento de instrumentos de avaliação psicopedagógica. Pesquisas em avaliação e Diagnóstico Educacional e Psicopedagógica. Técnicas de avaliação Psicopedagógica. Aspectos teóricos sobre a relação escola e sociedade na e situação de aprendizagem. A escola nos focos, Sociedade, Educação e Psicologia Escolar. Discussões a respeito dos determinantes da aprendizagem e do fracasso escolar. Demandas para a ação e possibilidades de intervenção em Psicologia Educacional.

 

Bibliografia:

Básica

Capovilla, F. C. Transtornos de Aprendizagem. Avanços em avaliação e reabilitação. Mennon. São Paulo, 2011.

Jardim, W. R. S. Dificuldades de aprendizagem no ensino fundamental: manual de identificação e intervenção. São Paulo: Edições Loyola. 2001.

Machado, A. M.; Souza, M. P. R. (orgs). Psicologia Escolar: em busca de novos rumos. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997.

Montiel, J. M. & Capovilla, F. C. Atualização em Transtornos de Aprendizagem. ArtMed. São Paulo 2009.

Patto, M. H. S. Introdução à Psicologia Escolar. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997.

Sisto, F. F., Oliveira, G. C., Fini, L. D. T., Souza, M. T. C. C & Brenelli, R. P. Atuação Psicopedagogica e Aprendizagem Escolar. Petropolis, R.J. Editora Vozes 1999.

 

Bibliografia Complementar

Bartholomeu, D.; Sisto, F.F.; & Rueda, F.J.M. Dificuldades de Aprendizagem na Escrita e Características Emocionais de Crianças. Psicologia em Estudo, 2006, 11(1), 139-146.

Carneiro, G. R. da S. (2002). O autoconceito de crianças com dificuldades de aprendizagem na escrita. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Educação. Universidade Estadual de Campinas, SP, Brasil.

Carvalho, Renato Gil Gomes. A dimensão relacional da intervenção dos serviços de psicologia nas escolas. Psicologia Reflexão e Critica [online]. 2008, vol.21, n.1, pp. 119-124. Disponível em: .

Collares, C. A. L. e Moysés, M. A. A. A História não Contada dos Distúrbios de Aprendizagem. Cadernos CEDES, 28, Campinas: Papirus, 1993, pp.31-48.

Cunha, J. A. Psicodiagnóstico – V. 5. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. 677

Goldstein H., & Woodhouse G. Pesquisa sobre eficácia escolar e políticas educacionais. Em N. Brooke & J. F. Soares, (Org.). Pesquisa em eficácia escolar: origem e trajetórias (pp. 411-424). Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.

Guarido, Renata. A medicalização do sofrimento psíquico: considerações sobre o discurso psiquiátrico e seus efeitos na Educação. Educação e Pesquisa, São Paulo, v.33, n.1, p. 151-161, jan./abr. 2007.

Neves, Marisa Maria Brito da Justa e Marinho-Araujo, Claisy Maria. A questão das dificuldades de aprendizagem e o atendimento psicológico às queixas escolares. Aletheia [online]. 2006, n.24, pp. 161-170. Disponível em: . ISSN 1413-0394.

Santos, A. A. A.; Rueda, F. J. M. & Bartholomeu, D. Avaliação dos aspectos afetivos envolvidos nas dificuldades de aprendizagem. Em Sisto, F.F. & Martinelli, S.C. (Orgs). Afetividade e Dificuldades de Aprendizagem. São Paulo, Vetor 2006.

Sisto, F. F. Interação social, cooperação e aprendizagem. Em E. Boruchovitch e J. A. Bzuneck (Orgs.) Aprendizagem: processor psicológicos e o contexto social na escola (pp. 225-250). Petrópolis: Vozes, 2004.

Sisto, F. F., Oliveira, S. M. S. S, Oliveira, K. L., Bartholomeu, D., Oliveira, J. C. S, Costa, O.R.S. Escala de traços de personalidade para crianças e aceitação social entre pares. Interação, 2004, 8, 15-24.

Soares, J. F. O efeito da escola no desempenho cognitivo de seus alunos. Em A. M. Souza (Org.), Dimensões da avaliação educacional (pp.174-204). Petrópolis: Vozes, 2005.